Um dia… Ah, um dia… Far-me-ei homem… Daqueles de outrora. Daqueles de casaca, chapéu, cerimônia e muita galhardia. Falarei de coisas bonitas, coisas de lágrimas, e peripécias. Contarei minhas aventuras e deixarei nesgas de minhas coragens pelo discurso para num descuido, ser surpreendido por um elogio, um suspiro que seja.
Um dia. Um dia escolhido por quem faz o tempo acontecer nas vontades de seus planos, colocarei um anel no dedo do meu amor, proverei casa, farei filho e chegarei feliz abrindo a porta, espalhando graça pelos cômodos.
Um dia, coisas simples voltarão a ser grandes. Serão mais uma vez aquelas nas quais mais achamos prazer.
Um dia, nesses deslocamentos do tempo, livrar-me-ei de uma porção de coisa desinteressante. Essa clássica coleção de coisas medíocres, canalhas e tolas, substancias de que é feita a humanidade em geral.
quarta-feira, 25 de março de 2009
terça-feira, 17 de março de 2009
Agua pro Vinho...
segunda-feira, 9 de março de 2009
No mover desses futuros...

Uma menina fornecida de tanta beleza que me inventei nesse gosto de apreciar tudo que é dela. E já faz tempo que por esse trilho sigo...No emendar desses passados, que se a gente aperta um pouco ate anjo esquece um monte de coisa, está toda lembrança que a gente precisa pra seguir adiante.
Sempre assim, pra que no mover desses futuros toda vez num fôlego novo, minhas coragens consigam atravessar pelo meio das tristezas e vençam as preguiças mal corrigidas pra poderem se fazer reais pelo trabalho das minhas vontades.Ai, no emendar dos dias, a gente cada vez mais afine os gostares. A gente cada dia mais encha nossas folgas com alegrias e seja assim por ser bom apenas. Porque muita coisa importante nesse mundo falta nome.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
One night Stand...

De umas nem lembro. Isso já ate tinha acontecido... Mas ela...
Apareceu sem aviso. Quieta, não pediu nada, mas demandava completas atencoes, como normalmente fazem as do seu genero... E tinha um olhar pra o qual nunca se diz não... Eu, reservado em primeiros contatos, logo me entreguei a seus encantos... Esperta, sentou-se no meu colo desinibida e me beijou sem muita cerimonia. Saiu, andou um pouco pra la e pra cá, tomou conta da minha casa... Voltou, me olhou... Era o centro das atencoes, era uma disputa pelo colo, brincadeiras e carinhos... Mas depois daquilo...
Veio comigo pra casa. Deitou-se em minha cama, comeu comigo, brincamos e depois de tudo, cansados, dormimos juntos...
Não sei o nome dela, sei que precisava de uma cama por aquela noite.
No outro dia, como já esperava, foi-se embora. Sem antes mostrar uma pontinha de tristeza pra me fazer mais triste... Foi-se embora. Passou comigo uma noite inesquecível. Deixou-me de lembrança sua coleirinha rosa... Dela não mais esqueço...
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Silêncios...

Tenho obrigação moral de ser responsável por meus atos e também por minhas palavras. Mas mais ainda por meus silêncios , porque os silêncios também ascendem aos Céu. De modo que preciso ter muito cuidado com meus silêncios. Meus silêncios não são imaculados, é bom que fique claro. Porque todo o resto e prescindível. O silencio não.
Não podendo minhas vontades alcançar da palavra que se fizesse ouvida, quedou-se o silencio. E se fez silencio por mais um dia.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Hermanos
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